Na boca do forno
sábado, 18 de junho de 2011
Nas trilhas históricas do Vale do paraíba
Nas trilhas históricas do Vale do Paraíba
No início, era uma imensa mata verde com vários caminhos traçados pelo povo do lugar.Era o povo índio, que amava as coisas que tinha.O rio que dava o peixe. A terra que dava o fruto. O fruto que repartia.
Mas eis que cá chegaram os portugueses.Vieram com seus navios, em nome da lei e da fé, em nome do rei e da cruz, em nome de Deus e do ouro.Pelas trilhas dos índios, o homem branco chegou no vale e, assim, foram surgindo os primeiros povoados.
Na corrida pelo ouro, o vale vira passagem e nessa fase da história dos tropeiros vamos falar.Do tempo que os burros e as mulas faziam o transporte de cargas de um lugar pra outro lugar.Na margem do Paraíba, gente se reunia para comprar coisas na feira que o tropeiro trazia.E depois de trabalhar eles pediam pousada para poder descansar.
E vem o Barão do café, que manda a mata derrubar.Surgem ,então novas cidades, novos trilhos.E o vale ,até hoje, não para de crescer.Só asfalto, concreto, fábricas e poluição.E o Nosso Rio Paraíba está com sede de viver.Um rio que ,com muitos outros do Brasil, sofre com a degradação ambiental.
Percebe-se que um novo Vale do Paraíba está se configurando sob o efeito de um desenvolvimento capitalista acelerado, onde a poluição e o uso predatório dos recursos naturais aceleram essa degradação.
Para Eric Hobsbawn,vivemos num mundo conquistado, desenraizado e transformado pelo titânico processo econômico e tecnocientífico do desenvolvimento do capitalismo, que dominou os dois três últimos séculos.(...)As próprias estruturas das sociedades humanas, incluindo mesmo algumas das funções sociais da economia capitalista, estão na iminência de serem destruídas pela erosão do que herdamos do passado humano.Nosso mundo corre o risco de explosão e implosão.Tem que mudar.
Precisamos preservar o pouco do verde que nos deixaram como herança. O futuro não pode ser a continuação do passado.Temos que mudar, revendo as normas de viver do indivíduo e de conviver na sociedade.Precisamos encontrar um meio de desenvolver sem destruir.
Meire Pedroso
Um comentário:
GRUPO DE JONGO MISTURA DA RAÇA - SJC
18 de junho de 2011 às 20:31
"Rio Paraíba, me dá pena e dá dó...
ao invés de muita água...
você vê é lixo, só"
Machado!!!
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"Rio Paraíba, me dá pena e dá dó...
ResponderExcluirao invés de muita água...
você vê é lixo, só"
Machado!!!